Doença Celíaca

A doença celíaca (também conhecida como enteropatia glúten-induzida) é uma patologia autoimune que afeta o intestino delgado de adultos e crianças geneticamente predispostos, precipitada pela ingestão de alimentos que contêm glúten. A doença causa atrofia das vilosidades da mucosa do intestino delgado, causando prejuízo na absorção dos nutrientes, vitaminas, sais minerais e água. Os sintomas podem incluir diarréia, dificuldades no crescimento e desenvolvimento (em crianças) e fadiga, embora possam estar ausentes. Além disso, diversos sintomas associados em todos os sistemas do corpo humano já foram descritos. É uma doença muito comum, afetando aproximadamente 1% das populações Indo-européias, embora seja significativamente não-diagnosticada, já que na maioria dos portadores ela causa sintomas mínimos ou ausentes. Ocorre mais comumente em mulheres, na proporção de 2:1, e é mais comum em parentes de primeiro grau de portadores. O único tratamento efetivo da doença é uma dieta estritamente sem glúten, por toda a vida. Sinais e sintomas Os sintomas clássicos da doença celíaca incluem diarreia, perda de peso (ou falta de crescimento nas crianças) e fadiga, mas mesmo a doença celíaca sendo uma doença dos intestinos principalmente, os sintomas relacionados aos intestinos podem ser limitados ou até mesmo ausentes. Alguns pacientes são diagnosticados com sintomas relacionados à absorção diminuída de nutrientes ou com vários outros sintomas que, embora estatisticamente relacionados, não possuem clara relação com o mau funcionamento dos intestinos. Dada esta vasta gama de possíveis sintomas, a tríade clássica de sintomas não é mais uma obrigação para o diagnóstico. As crianças entre os 9 e 24 meses tendem a apresentar sintomas intestinais e problemas de crescimento logo após a primeira exposição a produtos que contenham glúten. Crianças mais velhas podem ter mais problemas relacionados à má-absorção e problemas psicosociais, enquanto adultos geralmente têm problemas de má-absorção. Muitos adultos com a doença mais sutil possuem somente fadiga ou anemia. Dieta O trigo é a principal fonte de glúten na natureza Atualmente, o único tratamento efetivo é uma dieta estritamente sem glúten, por toda a vida. [18] Noventa por cento dos pacientes que são tratados com a dieta livre de glúten apresentam melhora dos sintomas em 2 semanas. Não existem medicamentos que previnam os danos, nem que previnam o corpo de atacar os intestinos quando o glúten estiver presente. A aderência estrita à dieta permite que os intestinos se curem, com a regressão completa da lesão intestinal e resolução de todos os sintomas na maior parte dos casos. Dependendo de quão cedo a dieta começar, ela também pode eliminar o risco aumentado de osteoporose e de câncer intestinal.[19] O acompanhamento de um nutricionista é geralmente requisitado para garantir que o paciente esteja consciente de quais os alimentos que possuem glúten, quais os alimentos que são seguros e como ter uma dieta equilibrada apesar das suas limitações. Em muitos países estão disponíveis produtos livres de glúten sob prescrição médica e podem ser reembolsados pelos planos de saúde. Cada vez mais fabricantes produzem produtos livres de glúten, alguns dos quais possuem sabor e aparência quase indistinguíveis de seus originais. A dieta pode ser incomoda. Enquanto as crianças pequenas podem obedecer aos pais, os adolescentes podem desejar esconder seu problema ou rebelar-se contra as restrições da dieta, podendo ter uma recaída. Muitos produtos contêm traços de glúten mesmo que sejam aparentemente livres de trigo. Os produtos livres de glúten são geralmente mais caros e difíceis de encontrar do que os alimentos que contêm trigo. Mesmo com a dieta, a qualidade de vida relacionada à saúde pode ser diminuída nas pessoas com doença celíaca. Alguns possuem sintomas digestivos persistentes ou dermatites herpetiformes, úlceras na boca, osteoporose e fraturas. Podem estar presentes sintomas sugestivos de síndrome do intestino irritável, e existe uma taxa aumentada de ansiedade, fadiga, dispepsia e dor musculoesquelética.

Dicas para uma alimentação saudável

O segredo para uma alimentação saudável é conseguir o equilíbrio entre variedade e moderação, isto é, comer uma grande variedade de alimentos sem ingerir muitas calorias ou exagerar em qualquer um dos nutrientes que nosso corpo precisa. Seguindo essas dicas você saberá como seguir este conselho e ainda poder desfrutar dos alimentos que mais gosta sem medo. Coma uma variedade de alimentos ricos em nutrientes. Diariamente precisamos de mais de 40 nutrientes diferentes para o bom funcionamento do nosso corpo e evitar doenças, e nenhum alimento sozinho consegue prover essa necessidade. Por isso sua dieta diária deve conter doses de pão e outros produtos como cereais, frutas, vegetais, produtos lácteos e carnes, aves, peixes e outros alimentos protéicos. A quantidade de cada um depende de suas necessidades energéticas. Abuse de grãos integrais, frutas e verduras. Se não tem o hábito de ingerir esses alimentos, deve pensar seriamente em mudar seus hábitos alimentares, pois são eles que provém grande parte dos nutrientes que precisamos sem serem calóricos. Manhenha-se no peso ideal. O excesso de peso aumenta suas chances de desenvolver doenças como pressão alta, doenças cardíacas, derrame, diabetes, alguns tipos de câncer e muitas outras. Mas estar magro demais também causam males como osteoporose, irregularidades menstruais e outros problemas de saúde. A alimentação balanceada e saudável e a prática de exercícios físicos ajudam a manter o peso ideal. Coma porções moderadas. Se conseguir comer pouco, poderá comer de tudo, mas se exagerar em algum alimento terá que diminuir a porção de outros, por isso o melhor é comer de tudo, mas um pouco de cada coisa. Faça refeições regulares. Pular refeições podem levar ao descontrole da fome, pois ficará essa refeição sem comer, porém comerá muito mais na próxima. Os lanches entre refeições também atrapalham, pois as vezes ao invés de um lanche ele torna-se uma refeição inteira, e por isso que engordamos. Reduza, mas não elimine certos alimentos da dieta. A grande maioria das pessoas come por prazer, se seu alimento preferido é rico em gordura, sal ou açúcar, não há a necessidade de parar de comê-lo. Apenas deve reduzir a quantidade das porções e das vezes que o come. Faça um balanço do que come de tempos em tempos. Se num dia exagerou no consumo de gordura, sal ou açúcar, no outro evite esses alimentos. O segredo é que as escolhas de alimentos devem ser balanceadas ao longo de vários dias, um dia compensando o outro. Conheça sua dieta. Para melhorar seus hábitos alimentares, você primeiro tem que saber o que há de errado com eles. Faça uma lista do que comeu durante três dias e depois veja se a dieta está de acordo com essas dicas. Veja se existe muitas porções de alimentos gordurosos, muita manteiga ou molhos para saladas. Nos próximos dias consuma quantidade menores deles, até alcançar o equilíbrio. Faça as mudanças gradualmente. Não há como mudar seus hábitos alimentares do dia para a noite, pois além de ter uma extrema força de vontade, uma mudança radical pode fazer com que você fique no meio do caminho e desista. O ideal é ir corrigindo as deficiências e excessos aos poucos. Lembre-se que os alimentos não são bons ou maus. Tudo em excesso faz mal, por isso não se sinta culpado se um dia exagerou nos doces, tente compensar não comendo-os no outro dia. O que faz os alimentos fazerem mal ao nosso corpo é o excesso. Se conseguir ter uma dieta variada e balanceada poderá comer sempre um pouco de tudo o que mais gosta. Seguindo estas dicas conseguirá ter uma alimentação saudável, uma vida mais longa e livre de doenças, além de muito mais auto-controle e disciplina, já que isso é essencial para quem quer conseguir mudar sua dieta diária. Fonte: http://www.alimentacao-saudavel.com/10-dicas-para-uma-alimentacao-saudavel/

Anvisa suspende venda e uso de emagrecedor com substância proibida

Após receber informações sobre efeitos adversos e mortes no país relacionados à substância DMAA (dimetilamilamina), a Anvisa emitiu um alerta, nesta terça-feira, contra o uso de suplementos alimentares com esse estimulante, usado para emagrecimento e ganho de massa corporal. Os principais produtos com DMAA que circulam no país são Jack3D, Oxy Elite Pro e Lipo-6 Black, segundo a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). E o consumo desses produtos vem crescendo, principalmente entre jovens que se exercitam em academias, avalia Denise Resende, gerente geral de alimentos da agência. Até a terça-feira da semana passada, comercializar produtos com casino online DMAA era uma irregularidade. Viajar, trazer suplementos com essa substância na bagagem e consumi-los era permitido. Há uma semana, porém, a Anvisa inscreveu o DMAA na lista de psicotrópicos, o que faz com que vender, trazer na bagagem e consumir produtos com DMAA seja crime. “Quando é uma substância proscrita, não pode haver consumo ou venda. Vamos comparar com a cocaína, nenhum médico pode prescrever”, explica Resende. Entre os efeitos adversos relacionados ao DMAA estão dependência, insuficiência renal, falência do fígado e alterações cardíacas. Consequências como essas foram constatadas pela OMS (Organização Mundial da Saúde) e informadas ao Brasil. Resende diz que há casos de mortes no Brasil que podem ter ligação com o DMAA. A Anvisa, porém, não tem essa conta fechada. Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/1117882-anvisa-suspende-venda-e-uso-de-emagrecedor-com-substancia-proibida.shtml

Semente de Chia

A semente de chia está sendo considerada como um superalimento devido ao seu perfil nutricional equilibrado. Além de conter um teor de ômega 3 excelente, possui fitoesteróis, compostos antioxidantes, fibras dietéticas, alto teor de proteína e níveis significativos de antioxidantes, vitaminas e minerais. Aproximadamente 33% da semente de chia é composta por óleo, sendo 62% de ácido linolênico (ômega-3) e 20% de ácido linoleico (COATES; AYERZA, 1996). Vale ressaltar que a adequada ingestão de ômega-3 fornece vários benefícios para a saúde como, redução de doenças cardiovasculares, prevenção de doenças do sistema nervoso, diminuição dos sintomas de doenças inflamatórias, tais como artrite reumatóide. (SIMOPOULOS, 1999). O percentual de proteína varia entre 19% a 23%, sendo maiores do que proteínas do trigo, milho e arroz. Além disso, possui um bom equilíbrio de aminoácidos. (MONROY-TORRES et al., 2008). Uma vez que o óleo tenha sido extraído da semente de chia, o material remanescente contém de 40 a 60% de fibra. A semente possui cerca de 4% de fibra solúvel que possui uma viscosidade muito elevada, auxiliando no aumento da saciedade (VUKSAN, et al., 2007). A chia também fornece quantidades significativas de vitaminas do complexo B, vitamina C e minerais como cálcio, fósforo, magnésio, ferro, potássio, zinco, manganês e cobre (BUSHWAY et al., 1981). Além disso, ela não contém glúten, tornando-a adequada para o consumo de pessoas celíacas. A presença de substâncias antioxidantes (ácido clorogênico, ácido caféico, miricetina, quercetina e flavonóides) torna a semente de chia um alimento com potencial anti-inflamatório (TAGA; MILLER; PRATT, 1984). Portanto, ela possui várias funções terapêuticas, podendo auxiliar na prevenção de doenças coronarianas, controle do colesterol, da pressão arterial, do funcionamento intestinal, entre outros. Formas de comercialização: sementes, farinha, óleo e cápsulas. Óleo: Usado para temperar saladas e na fabricação de diversos alimentos como pães, biscoitos, massas, chocolate, bolos, etc. Farinha: Ótima opção para fazer as preparações citadas acima. Semente: Consumida crua, junto com o cereal matinal, no iogurte, nas saladas ou em bebidas. Para formar uma textura gelatinosa, deixe-a de molho em água e utilize no preparo de mingau, sopas, batida em sucos ou em receitas de bolo. Cápsula: Novidade no mercado e assim como vários suplementos, o seu consumo pode crescer devido à sua praticidade. https://scamquestra.com/sozdateli/7-fanis-dzhuraev-37.html