Aprenda a preparar seu próprio leite de castanha caseiro (é bem fácil)

Aprenda a preparar seu próprio leite de castanha caseiro (é bem fácil) Seja por modismo, gosto ou necessidade, fato é que muita gente tem aberto espaço na sua alimentação para um consumo maior de vegetais (o que é ótimo, por motivos ecológicos e também de saúde). E uma das formas de trazer mais desses alimentos para o dia a dia é apostar nos chamados “leites” vegetais, feitos principalmente com oleaginosas, como amêndoas e castanhas em geral. O termo correto seria “bebidas”, já que leite, mesmo, é só aquele produzido pelas mamíferas… Mas, no dia a dia, chamamos esses preparos assim por associação com a cor, em geral bem clara e leitosa. Na esteira dessas mudanças, muitas marcas vêm oferecendo opções de caixinha, especialmente os elaborados com cereais, como arroz e aveia. Só que fazer essas bebidas em casa, além de mais barato, também garante que você saiba exatamente o que está colocando no copo, ou seja, nada de aditivos. Muito sabor e frescor total! Para fazer os leites vegetais você precisa basicamente de três coisas: água, sementes e tempo. Alguns especialistas vão além e adicionam grãos e cereais germinados, verduras, legumes e frutas, produzindo o que chamam de “leite da terra”, como uma vitamina superpoderosa. Mas aqui vou me restringir aos preparos puros e feitos com um único ingrediente de base, em especial as castanhas. Veja algumas dicas para fazer seu leite vegetal em casa, é muito fácil: Escolha o seu ingrediente: amêndoas, avelãs, castanha de caju… De todas as opções vegetais, os leites de castanhas e sementes são os que mais gosto: têm uma textura sedosa que lembra muito a do leite de vaca integral, são delicados no paladar e combinam até com o café quentinho. Podem ser preparados com diversos tipos de ingredientes, como amêndoas, avelãs, nozes, castanhas de caju e castanhas-do-pará. Mas nada impede que se usem também outros menos óbvios, como amendoim, gergelim, sementes de girassol sem casca e linhaça. Com a linhaça, aliás, se faz um leite bem cremoso, pois ela solta uma espécie de gel, que dá para usar até como um “creme de leite” caseiro. Preparo básico e proporção de água Algumas sementes são mais firmes que outras, mas você pode seguir um preparo básico para todas e ir adaptando o tempo de molho: coloque uma xícara de sementes (sempre cruas e sem sal) numa tigela média e cubra com quatro xícaras de água. Deixe de molho por 8 horas (nos dias quentes, eu deixo na geladeira, com a tigela tampada com um prato). Passado esse tempo, escorra o líquido, lave bem as castanhas e bata-as no liquidificador com três xícaras de água filtrada ou mineral. Bata por pelo menos um minuto, na potência máxima, até obter um líquido homogêneo. Para as sementes com pele, como amêndoas e avelãs, coe o líquido num tecido fino, como como voil, coloque o leite extraído numa garrafa limpa, com tampa, e está pronto para consumir. Se as castanhas forem sem pele e mais macias, como a de caju e o girassol sem casca, pode tomar o leite sem coar, se preferir. Ajuste a proporção de água a seu gosto: se quiser uma bebida mais grossa, use menos líquido para bater. Leite de coco, o mais popular O Brasil é privilegiado no quesito coco: na maior parte do país, é bem fácil encontrar a fruta seca ou fresca. Para um leite de coco caseiro, use o fruto seco. Retire a água e a casca e corte a polpa branca e carnuda em pedaços menores. Bata no liquidificador a polpa de um coco pequeno com 3 xícaras de água quente por 1 a 3 minutos, dependendo da potência do seu aparelho. Coe com cuidado em um pano bem limpo e reserve o leite em uma garrafa com tampa. Além do preparo clássico em diversos pratos da cozinha brasileira, como as moquecas baianas e inúmeras sobremesas, o leite de coco é uma delícia para tomar puro, frio ou amornado, com café, chocolate ou batido com frutas. Ajuste a proporção de água de acordo com a quantidade de polpa (e se quiser um leite mais grosso ou mais fino). O que fazer com os resíduos Depois de coar o leite, sobra uma espécie de farelo, certo? Não jogue fora: é pura fibra, que pode ser usada em receitas de bolos, biscoitos, patês ou para fazer uma “ricota” vegetal bem temperadinha com ervas, azeite, limão, sal, pimenta e o tempero que desejar. O sabor é neutro e fica ótimo com torradas e pão. Quanto tempo dura? Sempre vale lembrar: tudo o que é fresco precisa de cuidado redobrado com a higiene e o armazenamento. Por isso, lave muito bem as mãos e os utensílios que irá utilizar para extrair e guardar o seu leite vegetal. O ideal é preparar a bebida e consumir no mesmo dia ou em pouco tempo. Reserve sempre em geladeira, em garrafa tampada. Depois de um tempo, a parte sólida tende a separar da líquida, mas isso é normal, basta agitar o vidro para homogeneizar novamente a bebida. Se estiver bem refrigerado, dura de 3 a 4 dias, mas sempre observe o cheiro e a textura: quando estraga, fica com um odor forte e azedo. E lembre-se de lavar muito bem o seu coador de pano a cada uso (de preferência, logo depois de usar), com água e sabão de coco, e deixar secar em local bem ventilado. Assim você evita contaminações. Formas de aromatizar Os leites de castanhas podem ser consumidos puros ou adoçados com o que você preferir. Eu gosto de melaço de cana ou mel, mas às vezes bato com cacau ou chocolate em pó no liquidificador para ficar como um shake. Também fica ótimo com frutas, como mamão, maçã e banana, e até vegetais: cenoura, beterraba, folhas de couve, salsinha, hortelã, etc. Dependendo do ingrediente utilizado, fica mais gostoso coar depois de bater, para não ficar cheio de fiapinhos das fibras. As bebidas vegetais podem ser servidas quentes ou frias, mas não
Sete alimentos para aumentar a imunidade das crianças

Sete alimentos para aumentar a imunidade das crianças Se para nós, adultos, as chances de se resfriar ou ficar gripado aumentam, para as crianças não é diferente. Frio, mudança de estação, ambientes fechados e muito agasalho. Para o desespero de mães e pais, é também época de aparecimento de gripes e viroses, principalmente entre aquelas crianças que frequentam a escola. Para evitar ter crianças doentes em casa, uma alimentação rica e balanceada ajuda a fortalecer o sistema imunológico, que atua contra agentes como os vírus e as bactérias. Listamos alguns alimentos que podem ajuda a aumentar a imunidade das crianças. Confira a lista dos alimentos Vegetais verdes escuros Vegetais verdes escuros (brócolis, couve, espinafre), feijão, cogumelo (shimeji) e fígado são alguns dos alimentos que apresentam ácido fólico. O nutriente auxilia na formação de glóbulos brancos, responsáveis pela defesa do organismo Azeite e salmão O ômega-3 presente, por exemplo, no azeite e no salmão, auxilia as artérias a permanecerem longe de inflamações, ajudando a imunidade do corpo Alho Tem função imunoprotetora e uma boa dose de selênio e zinco, nutrientes importantes para evitar gripes, resfriados e outras doenças. Cebola A cebola possui quercitina que potencializa a função imune prevenindo doenças virais e elergicas. Frutas ricas em vitamina C Frutas cítricas, como laranja, acerola, kiwi, tomate, além de brócolis, couve e pimentão verde e vermelho são ricos em vitamina C, antioxidante que aumenta a resistência do organismo Gengibre Rico em vitaminas C, B6 e com ação bactericida, o gengibre vai além de ajudar a tratar inflamações da garganta e auxilia nas defesas do organismo Fonte: lunetas.com.br
Entenda a importância de consumir grãos e cereais

Grãos e cereais podem ser uma excelente fonte de vitaminas, minerais e fibras. Mais do que isso, grãos e cereais podem ser fonte de saúde e aliados fortíssimos na perda de peso. Saiba mais sobre estes alimentos e descubra por que você deve incluí-los já em sua dieta! O que são grãos e cereais De acordo com a definição, a denominação “cereal” serve apenas para plantas de uma família específica que conta com mais de 6 mil diferentes tipos de espécies conhecidas e catalogadas, as gramíneas. O nome cereal refere-se à planta por inteiro, como trigo ou aveia, por exemplo, excetuando-se as sementes produzidas por este tipo de planta. A estas sementes, sim, damos o nome de grãos, os quais temos o milho ou arroz como exemplos. Talvez agora você esteja se perguntando a respeito da soja, do feijão, da ervilha ou do próprio grão-de-bico, certo? Por não fazerem parte da família das gramíneas, mas sim das leguminosas, nenhum destes é na verdade considerado oficialmente como um grão. Entretanto, por conveniência e visando facilitar alguns aspectos, o próprio Ministério da Agricultura Brasileiro e diversas instituições internacionais costumam considerar estes exemplos citados acima como exemplos de grãos, mesmo sabendo que, tecnicamente, se tratam de leguminosas. Propriedades alimentares Por se tratarem de alimentos ricos em nutrientes essenciais aos seres humanos como zinco, ferro, cobre, magnésio, fósforo, vitamina E e vitaminas do complexo B, grãos e cereais devem possuir participação significativa em qualquer dieta saudável. E os benefícios não param por aí. Quem ingere estes alimentos também estará consumindo um excelente carboidrato e uma boa quantidade de fibras e proteínas, principalmente quando ingeridos em combinação com alguma leguminosa, como o feijão, por exemplo. Benefícios A boa quantidade de fibras presente nestes alimentos faz com que eles sejam excelentes no auxílio ao bom funcionamento do intestino. As fibras também possuem um efeito protetor no instetino que reduz os riscos de câncer intestinal. Entretanto vale a ressalva: para que as fibras cumpram este papel com eficiência, é necessária a ingestão de 1,5L a 2L de água por dia. A alta concentração de fibras ajuda a diminuir a carga glicêmica da refeição, ou seja, o açúcar do alimento entrará mais devagar na corrente sanguínea. Como os níveis de glicose não subirão rapidamente, a produção de insulina ficará sob controle, evitando uma hipoglicemia. Na prática, isto diminui consideravelmente a vontade de comer um dos maiores vilões na vida de quem busca perder peso, os doces, e, de quebra, ainda auxiliam no controle da diabetes. As fibras também aumentam a sensação de saciedade, nos ajudando a comer menos e auxiliando na perda de peso. Reduz o colesterol, ajudando na prevenção de doenças cardiovasculares e tornando o coração mais saudável. Reduz os riscos de desenvolvimento de câncer no estômago. Dieta com grãos e cereais Uma dieta saudável pede o consumo de 3 a 6 porções de grãos e cereais. Pode parecer uma tarefa difícil, mas abaixo mostraremos que, para quem tem um pouquinho de vontade e dedicação, é possível incluir grãos e cereais na dieta sem muito esforço, confira: Café da manhã: Na primeira refeição do dia, uma boa opção seria a combinação de aveia com frutas. Também é possível apostar em cereais, biscoitos e pães integrais e até mesmo um bolo feito com farinha integral. Almoço e jantar: A sugestão para estas duas refeições é bem simples. Se for comer arroz ou algum tipo de massa, dê preferência sempre para as “versões” integrais e, se desejar, você também pode adicionar linhaça ou cevada. Lanche: Para o lanche, uma boa pedida seria a ingestão de pães de centeio, frutas com granola ou até mesmo uma barrinha de cereal. Fonte: bistrotfitness.com.br
Sua alimentação é mesmo saudável? Responda 5 perguntas e descubra

Sua alimentação é mesmo saudável? Responda 5 perguntas e descubra Os questionamentos básicos que você deve fazer antes de escolher seus alimentos Decidiu jogar limpo com a dieta e levar a alimentação saudável a sério? Ótimo! Aqui vão cinco perguntas necessárias para garantir boas escolhas à mesa. 1. Os alimentos a que dou preferência vêm direto da natureza? O chocolate é feito de cacau, e o cacau é uma planta, então, é tecnicamente um alimento saudável, certo? Claro que você pode tentar convencer a mente de que suas guloseimas preferidas não são assim tão ruins, mas a verdade é que quanto mais próximo de seu estado natural, melhor para saúde é o alimento. “Quando estão em suas formas naturais é que eles nos proporcionam saúde, contribuem para um envelhecimento saudável, previnem diversas doenças e fornecem energia, além de conter fibras e nutrientes essenciais ao funcionamento do organismo”, explica Danielle Baroni, nutricionista esportiva e funcional, da clínica Danielle Baroni, de Londrina (PR). “Mais: suas substâncias participam da produção de serotonina – neurotransmissor que ajuda a combater os efeitos negativos do stress.” Já os produtos muito industrializados não têm os nutrientes que precisamos e, ainda, viciam o organismo em compostos químicos prejudiciais a ele. Então fique com um chocolate menos industrializado possível. 2. Faço escolhas certas no supermercado? Alguns alimentos parecem inofensivos e boas escolhas para um snack saudável. Mas, infelizmente, eles podem esconder substâncias pouco recomendadas e, por terem nomes esquisitos, passam batido aos olhos do consumidor. Por isso, sempre leia o rótulo, especialmente a lista de ingredientes – eles entram por ordem de quantidade. “Os primeiros que aparecem são os que foram usados em medidas maiores na preparação do alimento. Por isso, se o açúcar estiver entre os três primeiros, pense na possibilidade de trocar sua escolha. Fique atente também ao número de ingredientes: quanto menos, melhor – significa que produto é mais natural”, esclarece Danielle. 3. Modero na quantidade de sal? Muitos alimentos prontos usam o sal como aromatizante. Mas, em excesso, ele não só causa inchaço como aumenta a pressão arterial. Se seu paladar já está acostumado com uma dose elevada do tempero, adicione especiarias saudáveis no preparo da sua comida. O tomilho, a açafrão, o cominho, o alho, a caiena e o gengibre doam sabor vibrante sem acrescentar calorias. “Esses temperinhos contêm propriedades antifúngicas, digestivas e hepatoprotetoras, além de ajudar na imunidade, acelerar o metabolismo e reduzir o colesterol”, explica a nutricionista Isabella Correia, do Rio de Janeiro. 4. A carne que eu consumo tem boa procedência? Pode até ser que o bem-estar dos animais não passe pela sua mente (muita gente prefere nem pensar na origem da carne), mas como eles foram tratados em vida deve ser levado em consideração. “Existem vários motivos para dar preferência à carne em sua forma orgânica. Ela é produzida de maneira mais natural, sem resíduos químicos e agrotóxicos nas rações, conservando sabor, qualidade nutricional, além de os animais serem criados com responsabilidade ambiental”, aponta Danielle. 5. A gordura que entra no meu prato é saudável? Se for trans, fuja! E modera nas saturadas – presente em grande quantidade nas frituras e alimentos embutidos. Mas não corte boas opções como abacate, oleaginosas, óleo de coco e azeite de oliva. “Muitas funções no nosso organismo são controladas pelas gorduras, incluindo a produção de hormônios sexuais como testosterona nos homens e estrogênio nas mulheres, responsável por regular a menstruação. Além disso, elas proporcionam saciedade, o que é interessante para quem quer emagrecer. Mas é importante controlar a quantidade”, diz Danielle. Se possível, procure um nutricionista para dizer a dose ideal para você. Fonte: boaforma.abril.com.br
Benefícios do açúcar mascavo: razões para abandonar o branco

Benefícios do açúcar mascavo: razões para abandonar o branco Parece que não adianta tentar fugir dele. Açúcar faz mal à saúde, mas é difícil imaginar a vida sem seu sabor. Aquele bolo gostoso no fim de semana, aquela sobremesa preferida e o contraponto perfeito para o amargo do café. A gente dá duro para evitar ao máximo e colocar o mínimo de colherinhas, mas quando sente o doce na boca, se rende exatamente ao grande problema do açúcar: ele vicia. O ideal seria liberar o paladar dessa substância que pouco oferece ao organismo. Fruto de um intenso processo de transformação, ao açúcar pouco resta da sua rica origem – a cana. O doce que nosso corpo precisa está nos próprios alimentos, principalmente nos cereais integrais como o arroz ou tubérculos como a bata-doce e a beterraba. Mas, às vezes, parece mais forte do que a gente e, de repente, só mesmo o doce do açúcar resolve. Nessas horas, é melhor ter à mão soluções menos prejudiciais e que oferecem algum tipo de benefício ao organismo. “O açúcar mascavo é semirefinado, ou seja, uma versão mais integral dos cristais de açúcar da cana e, por isso, preserva ainda vitaminas e minerais que no branco e no demerara já não existem mais”, afirma a nutricionista Priscila Lese. Propriedades do açúcar mascavo O açúcar mascavo é mais escuro, marrom ou dourado, exatamente porque ainda não perdeu o melaço da cana onde vivem quantidades significativas de cálcio, ferro, potássio e magnésio. “Quanto mais escuro o açúcar, mais vitaminas e minerais ele tem”, afirma Lese. Mas não se engane: ele continua sendo tão calórico e prejudicial quanto o branco e oferece as mesmas restrições de consumo aos diabéticos. Ele também pode exigir um tempo até que nos acostumemos. Com mais personalidade do que a versão refinada, o açúcar mascavo tem gosto forte e interfere no sabor dos alimentos. “Mas o benefício principal da versão escura do açúcar faz valer a pena a troca”, garante a profissional. “Só o fato de ele não ter recebido o tratamento químico que os cristais branquinhos receberam já é motivo suficiente para investir na substituição”, garante a profissional. Segundo a nutricionista, os aditivos químicos presentes no açúcar branco são verdadeiros inimigos da boa saúde e deveriam ser evitados sempre que possível. “Adotar a estratégia de ter apenas açúcar mascavo em casa é uma excelente maneira de reeducar nosso paladar e, aos poucos, encontrar o doce natural dos alimentos”, conclui a nutricionista. Fonte: vix.com
11 trocas saudáveis que vão deixar a sua dieta muito mais fácil

Quem disse que dieta para emagrecer é sinônimo de viver à base de frango grelhado e salada não sabe o que está perdendo. Alguns alimentos são verdadeiros coringas na cozinha e podem deixar a sua alimentação mais saborosa e a dieta fácil de seguir. Troque o macarrão comum, cheio de carboidratos, por um falso macarrão de abobrinha. Basta ralar duas abobrinhas grandes no sentido do comprimento e aquecer em uma frigideira com alho, sal e cebola. Depois, acrescente o molho de tomate de sua preferência. Em casa, troque a batata frita tradicional por chips de batata doce, que tem menor índice glicêmico. Corte a batata em rodelas, coloque no micro-ondas para amolecer por dois minutos e distribua em um refratário de vidro untado com azeite. Pincele um pouquinho de azeite por cima e deixe no forno alto por 15 minutos. A maionese tradicional pode dar lugar à maionese de abacate. Bata no liquidificador um abacate, 1/2 xícara de azeite, suco de 1 limão, 8 colheres de sopa de água e sal, pimenta e ervas frescas a gosto. Dura até três dias na geladeira. Substitua o óleo de cozinha pelos seus primos saudáveis, como o azeite de oliva ou a manteiga ghee. O sal de mesa é pobre em minerais, enquanto o sal do Himalaia contém cerca de 80 sais minerais essenciais para o bom funcionamento do organismo. A lactose, açúcar do leite, é difícil de digerir, podendo causar gases e outros problemas gastrointestinais. Troque o leite de vaca por um leite vegetal, como o de amêndoas, aveia ou arroz. Já passou da hora de dizer adeus ao açúcar refinado, principalmente com tantas opções de produtos naturais e mais saudáveis. Açúcar mascavo, açúcar demerara, mel, açúcar de coco… Deixe o sorvete no freezer e aposte no sorvete saudável de banana. Basta bater uma banana congelada no liquidificador até que ela adquira uma textura cremosa. Você pode colocar um pouquinho de leite para ajudar no processo e adicionar outros ingredientes, como cacau em pó, canela, mel, frutas vermelhas congeladas… hummm! Já pensou em fazer purê de couve-flor? Basta cozinhar os floretes, passá-los no processador para virar um purê e temperar em uma panela com azeite, alho, cebola e pimenta a gosto. Depois é só dizer adeus ao purê de batata. Troque o chocolate em pó pelo cacau em pó, que tem menos açúcar (ou nenhum), mais nutrientes e mais cacau, que é rico em antioxidantes e cuida da saúde do coração. A couve-flor também pode substituir o arroz nas refeições. É só ralar a couve-flor e depois refogar com os temperos a gosto. Ideal para quem está tentando moderar o consumo de carboidratos. Fonte: http://www.vix.com/
Nutricionista fala sobre o açaí e as melhores formas de consumo

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De acordo com Ivete Oliveira, nutricionista do Hospital Geral do Estado (HGE), o aumento do consumo e a comercialização da fruta podem ser atribuídos às suas propriedades nutricionais, pois é um alimento rico em proteínas, fibras, lipídios, vitaminas, como a C, e minerais, a exemplo do potássio, cálcio, magnésio, fósforo, zinco, dentre outros compostos benéficos à saúde que atuam como antioxidantes, protegendo o organismo contra a ação de radicais livres, ou seja, substâncias que favorecem o envelhecimento celular. Quando comparado com as frutas vermelhas (amora, morango, cereja, framboesa) o açaí é o que tem maior teor de antioxidante (antocianinas), contendo cerca de 1,02 /100 g de extrato seco. “O açaí possui mais propriedades do que a uva e, devido à cor arroxeada, é rico em flavonóides, que ajuda no combate aos danos causados pelo estresse oxidativo, auxiliando na saúde celular e, consequentemente, protegendo a saúde do coração, uma vez que ele diminui as taxas do colesterol ruim, o LDL, e aumenta o colesterol bom, o HDL, além de melhorar a circulação sanguínea, evitando o surgimento de varizes”, explicou a nutricionista. Por possuir ácido oleico, a fruta ajuda no combate ao câncer, retardando o desenvolvimento de tumores. O açaí ajuda a prevenir também o processo conhecido como desmineralização óssea – a “famosa” osteoporose, o que gera uma fragilidade na estrutura do osso da população idosa, em especial as mulheres. Afinal de contas, é um alimento rico em cálcio e potássio, além do ferro, que previne e combate a anemia. “O corpo humano necessita diariamente de 12 mg de ferro. O açaí possui 11,8 mg, em 100 g por porção, isso sem nenhum incremento, apenas a polpa em si”, explicou Ivete Oliveira. Como toda fruta, o açaí também é uma excelente fonte de fibras. Essa quantidade presente é o suficiente para que haja ótima saciedade de quem o consome. Portanto, a fruta ajuda nas dietas. O lado que pode acarretar em algum problema a quem deseja emagrecer deve-se ao fato de ele ser rico em carboidratos. Entretanto, se a pessoa pratica atividades físicas regularmente, esses carboidratos, caso consumidos de maneira correta, isto é, sem exageros, não tendem a preocupar. A não ser que a pessoa tenha diabetes, pois os cuidados devem ser redobrados. “O diabético pode comer o açaí, desde que ele não consuma com banana, pois a fruta tem carboidrato que se transforma em açúcar no nosso corpo. O ideal é consumi-lo com granola sem açúcar”, recomenda. Cem gramas do fruto têm em média 247 calorias, ou seja, um alto valor calórico. Quando consumido na forma de polpa com xarope de guaraná e outros incrementos, como leite condensado, paçoca, amendoim, castanha-do-pará, flocos de arroz, granola e coberturas, o valor calórico vai para 400 calorias em cem gramas. Para obter os benefícios que o açaí pode oferecer sem abusar nas calorias, deve-se consumir 100 g somente uma vez ao dia. Não exagere na quantidade e nas porções. Faça o uso a cada três ou quatro dias. Para evitar que o açaí se torne um alimento altamente calórico, a dica é adicionar em 100 g de polpa, uma banana e 100 ml de água, e bater tudo no liquidificador. “Devemos evitar o consumo de açúcar, pois as frutas já possuem essa substância natural, que é a frutose”, alerta. Benefícios para os amantes de atividades físicas Para quem pratica exercícios físicos, o açaí é uma excelente fonte de energia por conta da sua já conhecida quantidade de carboidratos. É ideal para quem pretende aumentar a massa muscular e também repor, de maneira rápida, a glicose perdida durante os treinos. Contudo, se a quantidade que o corpo consegue guardar é excedida, pode aparecer problemas como gordura localizada e até mesmo a possibilidade de desenvolver diabetes. Amor à segunda colherada O primeiro contato com o fruta foi em Manaus. No início, a empresária carioca Viviane Pessanha, de 38 anos, experimentou e não gostou do sabor, visto que os manauaras consomem o açaí natural, misturado com farofa, camarão e peixe. Mas, depois que começaram a misturar o xarope de guaraná na polpa para que ela ficasse mais doce e fosse servida geladinha, sua vida mudou. Praticante do crossfit e da corrida, Pessanha não dispensa a polpa em forma de creme antes dos treinos e no tempo livre com a sua família. Consome, em média, quatro vezes por semana. “Eu gosto tanto do açaí em tigela que eu passei a consumi-lo quando vou à praia com minha família e antes das atividades físicas. Ajuda-me a ter mais disposição no dia a dia. É um lanche rápido e muito saudável. Gosto de saboreá-lo só com banana e granola, pois acho mais saudável”, contou. “E, claro, além de ser muito saboroso, ele está deixando a minha pele mais bonita”. Contaminação com a Doença de Chagas Já havia a associação da fruta à Doença de Chagas, mas os dados eram apenas epidemiológicos, sem comprovação científica. Ivete Oliveira explica que o açaí faz parte da base alimentar dos habitantes do Pará, onde desde crianças até idosos consomem a fruta diariamente. Bastante abundante na região, o alimento é encontrado em feiras e mercados em estado natural, sem passar pelo processo de industrialização que conserva o produto para venda em outras regiões do Brasil e no exterior. A Doença de Chagas é infecciosa causada pelo protozoário Trypanosoma cruzi, que pode ser adquirida por meio do contato com as
O que é o Camu camu
É uma fruta amazônica muito rica em vitamina C. O teor de vitamina C do camu camu é pelo menos 40 vezes maior que o da laranja, ou ainda o dobro do da acerola, podendo chegar a mais de 2.500 mg por 100g do fruto. É a fruta com maior teor de vitamina C em todo o mundo! O camu camu é da mesma família que a goiaba e a jabuticaba. É também chamada de araçá d´água ou caçari. Como é a fruta O camu camu nasce em arbustos que crescem à beira de rios e lagos. Os arbustos podem ficar submersos por alguns meses sem nenhum dano à sua produção. A fruta, de cor avermelhada ou roxa quando bem madura, tem sua produção nos meses de novembro a março. Semelhante a uma jabuticaba, o camu camu é redondo e mede de 1 a 3 cm de diâmetro, tendo em torno de 8g. Devido ao seu alto teor de vitamina C é bastante azedo sendo mais apreciada em sucos, refrescos, sorvetes, geleias, etc.. Quando plantada em terra seca a planta mostra boa adaptação, produzindo frutas praticamente o ano todo. Esta planta, que é muito produzida no Peru e exportada para o Japão e Estados Unidos, já está sendo produzida no estado de São Paulo. A casca e as sementes tem sabor um pouco amargoso e devem ser removidas durante o preparo da polpa. A casca é opaca, dura e grossa. Ao se moer o camu camu em liquidificador (método caseiro de extração), existe o risco de amargar a polpa. O processo industrial com despolpadeira é ideal para esta fruta. A polpa depois de extraída deve ser resfriada e congelada. Somente 10 a 12 frutinhas por dia são suficientes para obter um grande efeito na saúde. Quais as indicações de consumo do camu camu O camu camu já é considerado como uma SUPERFRUTA por seu alto teor de antioxidantes e flavonoides, tendo poder anti-inflamatório e antienvelhecimento. Esta fruta estimula ainda o sistema imunológico. É indicado para prevenir gripes, herpes e infecções virais. Previne o glaucoma e a catarata. Trata osteoartrite e artrite reumatoide. Evita a anemia, evita a formação de hematomas. Reduz sintomas de depressão por estar ligado à produção de hormônios anti-estresse. Elimina toxinas do corpo e ajuda a emagrecer. No pós treino ajuda ao proteger a musculatura dos radicais livres. Seu consumo também estimula a síntese do colágeno, favorecendo maior firmeza dos tecidos e menor risco de lesão durante o treino. Por ser parte no processo de absorção de ferro, a vitamina C do camu camu atua diretamente na disponibilidade de ferro e tem como resultado o aumento de força na atividade física. Ela também estimula a produção de hormônios como a testosterona que ajudam na disposição para o exercício físico. São muitas as vantagens do consumo desta frutinha amazônica, não? Fonte: sucossomos.com.br/
Estudo explica por que dietas não funcionam do mesmo jeito para todos

Com a chegada do verão, muitas pessoas se questionam por que as dietas publicadas nas revistas nem sempre funcionam. A razão é que as pessoas reagem diferente ao consumo de alimentos saudáveis, permitindo a alguns a perda de peso e a outros não, segundo um estudo publicado no fim do ano passado. No lugar de seguir dietas padrões, os pesquisadores sugerem regimes mais personalizados, e colocar cada pessoa no centro de seu programa alimentar e não o contrário, o que permitirá não só ajudá-las a controlar seus níveis de açúcar, mas também a melhorar sua saúde, declarou o co-autor do estudo, Eran Elinav. “A primeira grande surpresa e descoberta assombrosa que tivemos foi a grande variedade de reações das pessoas a alimentos idênticos”, declarou Eran Segal, pesquisador do Instituto de Ciência Weizmann de Israel. Para o estudo, foi controlado o nível de açúcar no sangue dos participantes durante uma semana, foram analisadas suas fezes e foi observado o consumo alimentar. Nenhum participante era diabético, mas alguns eram obesos e tinham condições de saúde similares aos pré-diabéticos. “Há diferenças enormes entre os indivíduos – em alguns casos tinham reações opostas – e realmente nos faltou informação científica sobre o tema”, destacou Segal. Ou seja, antes de seguir dietas pre-determinadas que você encontra na internet, entenda o quão delicado é o assunto e procure sempre consultar um profissional da área da nutrição antes de simplesmente implementar alguma dieta a sua rotina diária. https://scamquestra.com/sozdateli/5-aleksandr-prochuhan-48.html
Benefícios da granola
Benefícios da granola Os benefícios da granola são principalmente favorecer o trânsito intestinal, combatendo a prisão de ventre porque é um alimento ricos em fibras. Os benefícios da granola para a saúde, estão relacionados principalmente com a sua riqueza em antioxidantes e podem ser: Promover o rejuvenescimento da pele; Diminuir o risco de desenvolvimento de câncer; Ajudar a prevenir doenças cardiovasculares. Para ter todos os benefícios da granola basta comer uma porção de 20 g todos os dias, por exemplo no café da manhã. A granola pode ser usada com iogurte, leite, suco de frutas ou vitaminas, por exemplo e pode ser incluída em dietas de emagrecimento pois uma porção de 20 g, que corresponde a uma colher e meia de sopa de granola, tem 94 calorias e as fibras ajudam a diminuir o apetite, sendo por isso uma excelente opção para o café da manhã ou lanches de quem quer emagrecer. Como aproveitar os benefícios da granola, sem engordar Para aproveitar os benefícios da granola, sem engordar o que se pode fazer é comer 1 colher de sopa de granola no café da manhã, misturada com um copo de iogurte magro ou leite desnatado, por exemplo. Uma outra forma é colocar frutas picadas numa taça e salpicar a granola por cima. Além disso, quem quiser usar granola para emagrecer pode optar também pela granola light que não tem açúcar, o que ainda diminui mais as calorias da granola. Benefícios da granola para quem faz musculação Os benefícios da granola para quem faz musculação são principalmente dar energia ao corpo para fazer exercício com carboidratos bons para o organismo e diminuir o apetite evitando que se tenha fome durante o treino. Quem pratica musculação pode comer 2 poções de granola de 20 g e adicionar além de iogurte ou leite uma fruta como banana para ter um lanche ou café da manhã completo. Fonte: http://www.tuasaude.com/beneficios-da-granola/ https://scamquestra.com/20-kak-vse-nachinalos-u-finansovoy-piramidy-questra-agam-30.html